Os programas de executive education internacional coordenados pelo Prof. Mario Trentim, membro do Board of Directors do PMI Global (2025–2027), em parceria com a IBS Americas, incluem programas na California State University Northridge (CSUN, julho), na State University of New York (SUNY, janeiro), e na CUOA Business School (Itália, janeiro). Este guia cobre o que é executive education, como escolher o programa certo, como conseguir bolsa e como capitalizar a experiência.
Next Generation Management não é um slogan — é uma necessidade. O perfil do gestor que as organizações precisam em 2026 é fundamentalmente diferente do que precisavam em 2016, e a lacuna entre o que o mercado brasileiro de desenvolvimento executivo oferece e o que as melhores práticas globais exigem é real e mensurável.
Este guia foi escrito para executivos brasileiros que estão considerando seriamente um programa de executive education internacional e querem informação suficiente para decidir bem — não para comprar, mas para escolher com clareza. A distinção importa.
1. O que é executive education — e o que não é
Executive education é o nome que o mercado educacional deu a programas de desenvolvimento para executivos em exercício — profissionais que já têm formação, experiência e posição, e que buscam expandir repertório e perspectiva sem interromper suas carreiras para fazer um MBA de 2 anos.
O nome é impreciso o suficiente para abranger produtos muito diferentes. É preciso distinguir:
O que é executive education de qualidade
Programas de imersão em universidades reconhecidas: 1 a 4 semanas, campus físico de uma universidade com credibilidade institucional, professores com histórico de pesquisa e prática, turmas com perfil executivo real. O produto é repertório, perspectiva e rede.
Programas abertos ou fechados em parceria com empresas: programas desenhados para atender as necessidades de desenvolvimento de uma organização específica, geralmente conduzidos em parceria com universidades. O produto é o mesmo — repertório — mas o contexto é mais controlado.
Programas de longa duração (3 a 12 meses): mais próximos de um MBA executivo, com maior profundidade teórica e aplicação prática. Para executivos que querem mais do que repertório — querem uma base sistemática mais ampla.
O que não é executive education (mas frequentemente se vende como tal)
Cursos online de certificação: plataformas como Coursera, edX e similares oferecem cursos de universidades renomadas a preços acessíveis. São úteis para aquisição de conhecimento específico, mas não entregam o que programas presenciais entregam — networking real, imersão cultural, relação com professores e colegas em contexto de alta densidade.
Workshops corporativos de 2 dias: programas de treinamento interno têm valor, mas não são executive education. São treinamento — um produto diferente.
Diplomas online de universidades internacionais: programas de MBA ou pós-graduação conduzidos inteiramente online por universidades internacionais. Podem ser de qualidade — mas não são equivalentes à imersão presencial para fins de rede e perspectiva cultural.
2. Por que internacional — e por que não basta fazer no Brasil
Esta pergunta merece uma resposta honesta, não uma resposta de marketing.
O Brasil tem programas de desenvolvimento executivo de qualidade. As melhores business schools brasileiras — FGV, Insper, Dom Cabral — produzem programas que competem com programas de segundo e terceiro nível de universidades internacionais. Então por que ir para fora?
Três razões concretas, baseadas em evidências.
Perspectiva que o ambiente local não oferece
Drucker observou que a maior limitação dos gestores não é a falta de conhecimento técnico — é a falta de perspectiva. O gestor que só conhece o ambiente onde cresceu profissionalmente tem pontos cegos estruturais que o ambiente local não ajuda a identificar porque o ambiente local reproduz os mesmos pontos cegos.
Um executivo brasileiro que faz um programa em Los Angeles e discute governança de PMO com colegas de outros setores e culturas, com professores cuja referência não é o mercado brasileiro, em inglês, tem acesso a um tipo de perspectiva que o melhor programa nacional não oferece — não porque o programa nacional seja inferior, mas porque o contexto é diferente.
Credencial reconhecida em mercados internacionais
Para executivos que trabalham com multinacionais, que têm aspirações a posições internacionais, ou que participam de conselhos ou iniciativas que envolvem interlocução com profissionais de outros países, a credencial de uma universidade americana ou europeia reconhecida tem peso que uma credencial exclusivamente nacional não tem.
Isso não é julgamento de valor — é reconhecimento de um fato de mercado. A HBR documentou, em 2023, que executivos com credenciais internacionais têm acesso a redes profissionais mais diversas e a oportunidades de posicionamento em mercados além do local de origem. O efeito é mensurável.
Rede de contatos com alcance global
A rede formada num programa de executive education internacional não se limita aos colegas brasileiros que foram junto. Inclui profissionais de outras nacionalidades, professores com redes globais e, em casos como a SUNY, acesso a um ecossistema que inclui organizações internacionais como a ONU.
Para o executivo brasileiro cujo mercado é crescentemente global — seja por exportação, seja por atuação em multinacionais, seja por aspirações a boards internacionais — essa rede tem valor que não é facilmente precificável mas é operacionalmente real.
3. Como avaliar programas: critérios que importam e critérios que não importam
O mercado de executive education é grande e heterogêneo. Saber o que avaliar é tão importante quanto saber o que perguntar.
Critérios que importam
Reputação institucional verificável: o nome da universidade tem peso internacional reconhecido? A escola de negócios tem acreditação (AACSB, EQUIS, AMBA)? O programa tem histórico de turmas brasileiras com perfil executivo real?
Alinhamento curricular com a sua lacuna: o conteúdo do programa endereça especificamente o gap que você identificou no passo anterior — não um gap genérico, mas o seu gap concreto?
Perfil real das turmas: quem são os outros participantes? Executivos com histórico comparável ao seu, ou uma turma heterogênea sem critério de seleção?
Qualidade dos professores: professores com histórico acadêmico e de prática profissional — não apenas consultores com PowerPoint bonito.
Programa de bolsas com critérios claros: programas sérios têm bolsas baseadas em mérito e perfil, não descontos indiscriminados para fechar turma.
Critérios que não importam (tanto quanto parecem)
O ranking geral da universidade: o ranking de uma universidade de pesquisa reflete principalmente a qualidade da sua produção acadêmica — artigos, patentes, doutorados. Não é um bom preditor da qualidade de programas executivos de curta duração.
O país: o país importa para o contexto de imersão — Los Angeles é diferente de Nova York, que é diferente de Bologna. Mas “fazer nos EUA” não é, por si só, um critério de qualidade.
O preço mais alto: preço alto não é proxy confiável de qualidade em executive education. Alguns dos programas mais caros têm resultado menor do que programas com bolsas significativas mas com maior rigor de seleção.
4. O ecossistema IBS Americas: CSUN, SUNY, CUOA
Os programas que coordeno são oferecidos pela IBS Americas em parceria com três universidades: CSUN (julho, Los Angeles), SUNY (janeiro, Nova York) e CUOA Business School (Itália). Cada um tem foco, perfil e contexto distintos.
CSUN — California State University Northridge
Campus Northridge, Vale de San Fernando, Los Angeles. Julho. 3 semanas. Escola de negócios com acreditação AACSB (David Nazarian College of Business and Economics). Programas: Advanced Topics in PMO Governance (programa principal), Leadership in the Age of Disruption, Design Thinking & Storytelling for Leaders. Perfil: 40+ anos, 10+ anos de experiência, posição de diretoria ou C-level.
O guia completo da CSUN tem o detalhamento de cada programa, campus, perfil esperado e estrutura curricular.
SUNY — State University of New York
Campi de New Paltz e Albany, próximos a Manhattan. Janeiro. 3 semanas. Sistema universitário com 64 campi e mais de 387 mil estudantes. Programas: Competitive Project Management (programa principal), Strategic Thinking for Competitive Advantage, Business Sustainability and ESG. Perfil: 25–35 anos, MBA, 5+ anos de experiência. Inclui visita obrigatória à sede das Nações Unidas.
O guia completo da SUNY tem o detalhamento equivalente para esse programa.
CUOA Business School
A CUOA é uma das escolas de negócios mais tradicionais do nordeste italiano, localizada em Altavilla Vicentina, na região de Veneto. O programa executivo da IBS Americas na CUOA ocorre na Itália e tem foco em estratégia de negócios, liderança e inovação no contexto europeu.
O contexto europeu — regulação mais rigorosa, diversidade cultural de um continente com 27 países, empresas familiares centenárias convivendo com startups de crescimento acelerado — oferece uma perspectiva complementar aos programas americanos. Para executivos brasileiros que têm ou pretendem ter interlocução com o mercado europeu, a CUOA é o programa mais alinhado.
Saiba mais sobre o programa CUOA — IBS Americas
5. Tabela comparativa dos programas
6. Como conseguir bolsa: processo, critérios e timing
Bolsas de até 60% estão disponíveis para os programas CSUN e SUNY. A palavra “disponíveis” é precisa — não “garantidas”. Entender a diferença é parte da preparação para uma candidatura bem-sucedida.
O que determina a aprovação de bolsa
Os critérios de avaliação de bolsas incluem:
Perfil acadêmico: formação, instituição do MBA ou pós-graduação, desempenho acadêmico quando disponível.
Histórico profissional: alinhamento com o perfil esperado pelo programa, profundidade da experiência em gestão, relevância do cargo atual.
Clareza sobre aplicação: candidatos que demonstram clareza sobre qual lacuna específica o programa vai endereçar e como vão aplicar o aprendizado têm, de forma consistente, maior taxa de aprovação de bolsas. Candidatos vagos — “quero crescer profissionalmente” — têm resultado inferior.
Vínculo com parceiros: candidatos vinculados a organizações parceiras da IBS Americas podem ter condições especiais. Vale verificar com a equipe.
Timing: quando solicitar
A bolsa é solicitada durante o processo de candidatura — não antes, não depois. Candidaturas iniciadas com 6 meses de antecedência têm mais opções do que candidaturas de última hora, simplesmente porque a disponibilidade de bolsas é finita por turma.
O processo completo — do contato inicial à confirmação de bolsa — leva de 2 a 3 meses. Candidaturas para o ciclo 2026–2028 (julho e janeiro) devem ser iniciadas no segundo semestre de 2026.
7. Como negociar com a empresa: bolsa empresarial
Muitas organizações brasileiras têm orçamento de treinamento e desenvolvimento executivo que pode ser direcionado para programas de executive education internacional. O argumento para aprovação interna precisa ser construído de uma forma que faça sentido para o tomador de decisão interno — em geral, o RH ou o CEO.
O argumento correto
O argumento mais eficaz não é “quero ir para os EUA estudar”. É: “Este programa vai me dar o repertório de que precisamos para resolver o problema X, e o retorno esperado é Y.”
Exemplos de argumentos bem estruturados:
“Vamos implementar um PMO centralizado nos próximos 18 meses. O Advanced Topics na CSUN me dá o repertório de governança avançada que esse projeto exige. O custo do programa é inferior ao custo de uma consultoria externa para estruturar o PMO.”
“Temos projetos com clientes multinacionais que exigem interlocução em inglês e compreensão de contextos internacionais. O programa SUNY me dá exatamente essa perspectiva, com o bônus da rede de contatos com profissionais de outras culturas.”
O que não funciona
Argumentos genéricos sobre desenvolvimento profissional sem conexão com um problema ou objetivo organizacional específico.
Comparar o custo do programa com o custo de outros cursos nacionais sem contextualizar o que o programa internacional entrega a mais.
Apresentar a solicitação como um benefício pessoal — mesmo que seja — sem enquadrá-la como investimento organizacional.
8. O processo completo de candidatura
O processo de candidatura para os programas da IBS Americas tem cinco etapas:
Contato inicial: via site da IBS Americas ou via WhatsApp. A equipe faz a triagem inicial de elegibilidade — MBA, experiência mínima, inglês funcional, alinhamento com o perfil do programa.
Entrevista de alinhamento: conversa estruturada (30–45 minutos) para entender o histórico profissional, o objetivo do participante e qual programa é mais adequado. Não é uma entrevista de aprovação — é um diagnóstico de adequação.
Documentação: diploma de MBA ou pós-graduação, histórico acadêmico, currículo atualizado em inglês, carta de motivação (1 a 2 páginas, em inglês, descrevendo o perfil profissional, o objetivo com o programa e como vai aplicar o aprendizado), e carta de referência quando solicitada.
Avaliação e decisão: a IBS Americas avalia a candidatura e comunica a decisão, incluindo a aprovação ou não de bolsa e as condições.
Confirmação e inscrição: após aprovação, confirmação formal da vaga e formalização financeira.
O processo completo leva de 2 a 3 meses. Candidatos que entram com documentação completa e clara têm processos significativamente mais ágeis.
9. Preparação: cronograma de 6 meses
Seis meses é o tempo necessário para preparar adequadamente uma experiência de executive education internacional. A experiência presencial é o produto — mas o pré-trabalho é o que determina quanto do produto você vai conseguir absorver.
Meses 6 a 5: decisão e candidatura
Identificar a lacuna que o programa vai endereçar.
Escolher o programa e iniciar candidatura.
Conversar com a organização sobre financiamento.
Verificar passaporte.
Meses 4 a 3: visto e documentação
Solicitar visto americano (B1/B2) ou de outro país, conforme o programa.
Organizar documentação de candidatura.
Verificar leitura prévia recomendada.
Meses 2 a 1: inglês e logística
Praticar inglês de forma ativa — conversação, não apenas gramática.
Organizar hospedagem e logística de deslocamento.
Preparar a organização para operar sem você por 3 semanas.
Definir qual problema ou decisão concreta você vai trazer para o programa.
10. O que acontece durante o programa
Três semanas de imersão têm uma estrutura que, para quem não passou por experiência equivalente, é difícil de antecipar.
A primeira semana é de calibração — os frameworks, os colegas, o contexto. A segunda semana aumenta a pressão — casos reais, trabalho em grupo com prazos curtos, perspectivas conflitantes. A terceira semana é de síntese — apresentação final, avaliação, formatura.
O que acontece fora da sala de aula é tão importante quanto o que acontece dentro. Refeições, fins de semana, deslocamentos coletivos — são os contextos onde as conversas mais honestas sobre gestão, carreira e organizações acontecem. Executivos que se isolam no quarto nos fins de semana perdem metade do valor do programa.
A formatura é uma cerimônia formal. Toga, diploma físico no dia, fotografia institucional. Não é protocolo vazio — é o encerramento de uma experiência e o início de como você vai comunicar essa experiência ao longo da carreira.
11. Como capitalizar depois do programa
O programa é o investimento. O retorno depende do que você faz com ele.
Nos primeiros 30 dias
Registrar a experiência no LinkedIn com precisão — instituição, programa, ano. Evitar adjetivos vazios; descrever o que o programa entregou de concreto.
Aplicar, num problema real da organização, ao menos um dos frameworks ou perspectivas obtidos no programa. Documentar o resultado.
Manter contato com pelo menos 3 colegas de turma — não para networking genérico, mas porque têm histórico e perspectiva que você não encontra na sua organização rotineira.
Nos primeiros 6 meses
Identificar uma decisão de gestão que foi tomada de forma diferente por causa do programa. Documentar a diferença.
Apresentar internamente, para pelo menos uma audiência relevante na organização, o que foi aprendido e como está sendo aplicado. Isso serve à organização e solidifica a credencial internamente.
Avaliar se o programa revelou uma lacuna adicional — e qual seria o próximo passo de desenvolvimento.
No currículo e no LinkedIn
A credencial de um programa executivo em CSUN, SUNY ou CUOA é registrada na seção de educação do LinkedIn e do currículo com o nome completo da instituição, o programa e o ano. Nada mais é necessário — a instituição fala por si para quem a conhece, e o nome completo oferece contexto para quem não a conhece.
12. MBA vs Executive Education: quando cada um faz sentido
Esta é uma das perguntas que mais geram confusão no mercado educacional brasileiro. A resposta honesta é que são produtos diferentes para objetivos diferentes — e a escolha entre eles depende do momento de carreira, do objetivo e dos recursos disponíveis.
Quando o MBA faz mais sentido
Você tem menos de 10 anos de experiência e quer construir uma base sistemática em gestão, estratégia e finanças.
Você quer mudar de área — de engenharia para gestão, de operações para marketing, de consultoria para empreendedorismo — e precisa de uma base ampla para fazer essa transição.
Você quer o título de mestre para fins de carreira acadêmica ou de requisito formal em algumas posições.
Você tem 18 a 24 meses disponíveis para dedicação intensiva — no caso de MBA full-time — ou disposição para 3 a 4 anos de MBA executivo de fim de semana.
Quando executive education faz mais sentido
Você já tem MBA e quer aprofundar um domínio específico — PMO, estratégia, liderança — com perspectiva internacional.
Você está em posição sênior e não tem disponibilidade para interromper a carreira por 18 a 24 meses.
Você tem uma lacuna específica identificada — não uma lacuna genérica de formação — e quer endereçá-la de forma cirúrgica.
O objetivo principal é rede de contatos internacionais e perspectiva, não título de pós-graduação.
Kahneman descreveu o que chamou de “substituição de atributo” — a tendência de responder a uma pergunta difícil respondendo a uma pergunta mais fácil no lugar. Na escolha entre MBA e executive education, a pergunta difícil é “o que preciso desenvolver e qual produto entrega isso?”. A substituição frequente é “qual parece mais impressionante?”. A segunda pergunta leva a decisões piores.
13. Limitações: o que o programa não resolve
Executive education não resolve problemas de organização: se a organização onde você trabalha tem problemas estruturais de governança, liderança ou cultura, nenhum programa executivo, por melhor que seja, vai resolver esses problemas. O que o programa pode fazer é dar ao executivo o repertório para diagnosticá-los com mais precisão e propor intervenções mais eficazes.
Três semanas não substituem experiência: o programa expande perspectiva e entrega repertório. Não substitui 10 anos de prática em gestão de PMO, não transforma um gestor iniciante num director, não compensa lacunas de experiência fundamental.
O retorno não é automático: executivos que passam pelo programa sem um plano concreto de aplicação extraem uma fração do valor possível. A experiência em si é necessária, mas não suficiente.
A credencial não é reconhecida pelo MEC como pós-graduação stricto sensu: para candidatos que precisam de título de mestre ou doutor reconhecido pelo MEC, o programa executivo de curta duração não é o produto adequado.
14. Perguntas frequentes
Qual é o custo total de participação, incluindo viagem e hospedagem?
O custo total varia dependendo do programa, do período de inscrição, da bolsa obtida e das escolhas de hospedagem e deslocamento. A IBS Americas apresenta um detalhamento completo de custos na fase de candidatura. Como referência geral: o custo do programa em si (com bolsa) tende a ser o componente menor; passagem aérea e hospedagem são componentes significativos que variam com o timing da compra.
Posso candidatar-me a mais de um programa ao mesmo tempo?
Sim. Candidatos que avaliam tanto CSUN quanto SUNY podem iniciar o processo de candidatura para os dois e decidir após a entrevista de alinhamento. A IBS Americas facilita essa avaliação comparativa.
Como funciona o processo de visto para os programas americanos?
O visto B1/B2 (turismo e negócios) é o mais comum para programas de curta duração como estes. A IBS Americas fornece carta de suporte para o processo. O tempo de processamento varia de 4 a 12 semanas dependendo do consulado — razão pela qual iniciar o processo com 4 meses de antecedência é recomendado.
O que é a IBS Americas?
A IBS Americas (International Business School Americas) é uma escola de negócios especializada em programas executivos internacionais para profissionais brasileiros, com escritórios no Brasil e parcerias com universidades nos Estados Unidos, Europa e outros mercados. Coordena os programas executivos que ocorrem na CSUN, SUNY e CUOA.
Existe algum requisito de inglês formal (TOEFL, IELTS)?
Não há requisito de pontuação mínima em testes formais de inglês. O inglês funcional é avaliado na entrevista de alinhamento. O critério prático é: consegue participar ativamente de uma discussão em grupo conduzida em inglês por professores nativos? Se sim, está adequado. Se não, é necessário investimento antes do programa.
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Próximo passo
Estratégia é execução. Você leu o guia, mapeou o que quer desenvolver, entendeu o ecossistema. A próxima ação é concreta: iniciar o contato com a IBS Americas e abrir o processo de candidatura.
Bolsas de até 60% estão disponíveis para candidatos elegíveis nos programas CSUN e SUNY.
Programa CSUN — California State University Northridge
Programa SUNY — State University of New York
Mario H. Trentim é keynote speaker e membro do Board of Directors do PMI Global (2025–2027). Doutorando em Engenharia Aeronáutica e Mecânica no ITA, autor de 13 livros e Academic Leader dos programas de gestão na CSUN e SUNY. trentim.com




